IC1





Disambig grey.svg Nota: Se procura pelo objeto celeste, veja IC 1.











IC 1 - Itinerários Complementares de Portugal





IC 1

737


Cruza com:

 A 2  ,  A 22 ,  A 26 *, N 5, N 10, N 120, N 121, N 123, N 124, N 125 N 253, N 259, N 261, N 261-2, N 262, N 263, N 264, N 267, N 393

O IC 1 - Itinerário Complementar do Litoral é um itinerário pertencente à Rede Complementar da Rede Rodoviária Nacional de Portugal. É constituído por vários eixos rodoviários, atravessando o Litoral de Portugal Continental, de norte a sul, totalizando cerca de 737 km de extensão. Foi um projecto que nunca chegou a ser completamente concretizado, pois o seu objectivo era percorrer toda a costa oeste marítima de Norte a Sul de Portugal. Em teoria, a via liga Caminha, no extremo norte de Portugal, a Albufeira, no Algarve. Porém, a estrada apresenta uma descontinuidade entre Lisboa e a Marateca (Palmela).




Índice






  • 1 A Norte do Tejo


  • 2 A Sul do Tejo


  • 3 Ver também


  • 4 Referências





A Norte do Tejo |





Ponte da Arrábida, principal obra de arte do IC1


A norte do Rio Tejo, o projecto foi concretizado, pois liga, sempre por auto-estrada, Lisboa a Caminha, sempre junto à costa marítima (está ainda previsto o seu prolongamento até Valença, desviando um pouco para interior, onde entroncará com a auto-estrada A 3). O primeiro troço é constituído pela autoestrada A 8, ligando Lisboa a Leiria, via Mafra, Torres Vedras, Bombarral, Óbidos, Caldas da Rainha e Nazaré. O segundo troço, classificado como parte da A 17, é o seguimento contínuo da A 8, até Aveiro. O seu percurso faz-se por Monte Real, Figueira da Foz, Vagos e Ílhavo. Segue mais para Norte, embora através de uma descontinuidade, pela autoestrada A 29 até Vila Nova de Gaia, via Ovar e Espinho. A entrada na cidade invicta é feita pela Ponte da Arrábida e percorre toda a zona oeste da cidade através da Via de Cintura Interna. Acede directamente a zonas influentes da cidade tais como Lordelo do Ouro, Foz do Douro, Boavista, etc. A partir do Porto, segue ainda mais para Norte, pela A 28, servindo localidades como Matosinhos, Vila do Conde, Póvoa de Varzim, Esposende e Viana do Castelo até ao seu término actual na N 13, em Caminha.



A Sul do Tejo |




IC1 em Alcácer do Sal, no Alentejo


A sul do Tejo, o IC1 só volta a receber tal denominação na Marateca, no concelho de Palmela, na intersecção com a N 10. A partir daí segue até ao Algarve, percorrendo as planícies do Baixo Alentejo, mas afastando-se um pouco para o interior via Alcácer do Sal, Grândola, Lousal e Ourique. A sul de Ourique entra pelos agressivos vales da Serra do Caldeirão, tornando-se bastante sinuosa. Já no Algarve, serve São Bartolomeu de Messines, até entroncar na A22 — Via do Infante (actualmente com portagem), em Guia, Albufeira. Conta ainda com mais 950 metros até à N 125, dando acesso à cidade de Albufeira. Até 2002, à conclusão da autoestrada A 2, era a principal ligação de acesso ao Algarve, vindo de norte e foi parte integrante do IP1 desde 1985.


Possui inúmeras paragens de autocarro em plena via e atravessa inclusive o interior de várias localidades tais como Canal Caveira, Mimosa ou Aldeia de Palheiros, lugares de paragem "obrigatória" para os turistas que se deslocavam para o Algarve antes da entrada em serviço da A2.


De facto, esta longa secção do IC 1 resulta da junção de vários troços de estradas nacionais: a N 5 entre a Marateca e Alcácer do Sal, a N 120 entre Alcácer do Sal e Grândola, a N 259 entre Grândola e cruzamento para Beja, a N 262 entre o cruzamento para Beja e Alvalade do Sado e a N 264 daí até ao Algarve, em São Bartolomeu de Messines. Algumas destas estradas foram beneficiadas antes de receberem a denominação actual, no entanto outras mantiveram-se inalteradas. Apesar desta rota se ter tornado ao longo dos anos a mais utilizada, a principal ligação entre Lisboa e o Algarve, segundo o Plano Rodoviário Nacional de 1945, seria pela N 5 até Torrão do Alentejo e daí até ao Algarve pela N 2.
O IC 1 entre a Marateca, Alcácer do Sal e Grândola iria ser requalificado em 2013[1], estando previsto o desnivelamento de alguns nós e a supressão de alguns cruzamentos, bem como a construção de algumas rotundas. No entanto, apenas em 2018 as obras foram adjudicadas[2], contudo o IC1 já tinha sido alvo de obras de estética, devido ao mau estado da estrada.




























Troço Estado km

Marateca - Alcácer do Sal (  A 2  )
Em serviço (sem perfil de IC) Ponte sob a Ribeira da Marateca aberta em 1988.

Em requalificação


24
Variante de Alcácer do Sal
Em serviço (1992) - Em requalificação 9

Alcácer do Sal - São Bartolomeu de Messines
Em serviço (sem perfil de IC)

Em requalificação entre Alcácer e Grândola


150

São Bartolomeu de Messines - Guia (  A 22  )
Em serviço (1986) 16


Ver também |


Segunda auto-estrada Lisboa-Porto



Referências




  1. ↑ «Requalificação do IC1». 11 de novembro de 2013 


  2. ↑ ECO. «Obras no IC1 adjudicadas por 4,6 milhões de euros». ECO 













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