Sinal médico
Sinais é um indicativo objetivo,[1] especialmente para médico, antes ou durante um exame físico de um paciente. Por exemplo, enquanto um formigamento parestésico é um sintoma (apenas a pessoa que a experiencia pode observar diretamente a sua própria sensação de formigueiro), um eritema é um sinal (qualquer um pode confirmar que a pele está mais vermelha) do que o habitual. Pelo menos sugestivo de certos diagnóstico e diagnósticos, ajudando a diminuir o que pode estar errado. Em outros casos, são específicos do ponto de ser patognomônico., para a área de saúde, são as alterações no metabolismo, no aspecto de uma pessoa, em sua conformação física, que podem ser indicadoras de adoecimento e podem ser percebidas ou medidas pelo profissional de saúde. Difere de sintomas que são as alterações que apenas o paciente pode perceber.
A Semiologia, ou Semiótica é a disciplina que dedica-se ao estudo dos sinais e sintomas.
Classificação dos sinais |
Assim como os sintomas, os sinais também podem ser caracterizados segundo sete princípios, mas com interpretação diferente, a saber: cronologia, localização corporal, qualidade, quantidade, circunstâncias, fatores agravantes ou atenuantes e manifestações associadas.
Cronologia é a identificação dos aspectos relacionados ao tempo e sequência de evolução dos sinais como a hora do dia, períodos de melhora ou piora.
Localização corporal não é apenas determinar o local dos sinais mas também determinar qual o sistema orgânico acometido.
Qualidade dos sinais, ao contrário dos sintomas, é de mais fácil determinação, uma vez que o observador tem como visualizar ou medir os sinais.
Quantidade é a descrição da intensidade, frequência, número de vezes em que o fenômeno ocorreu, intervalo entre os episódios, volumes de secreções, abaulamentos, edemas.
Circunstâncias em que o sinal ou sinais ocorrem, como local, atividade que exerce no momento da ocorrência do sinal, exposição a fatores ambientais, ingestão de alimentos, por exemplo.
Fatores agravantes ou atenuantes, embora claramente compreendidos, exigem do examinador a ciência exata das relações entre os sinais e os fatores que neles interferem, de modo a poder selecionar e identificar, sem sugestionar o paciente, aquilo que realmente interfere ou não com o sinal.
Manifestações associadas podem ajudar até mesmo na identificação de Síndromes, uma vez que nem sempre o paciente tem a noção da importância da ocorrência de um fenômeno simultâneo a outro.
São exemplos de sinais:
Icterícia (coloração amarelada da pele)
Alopécia (perda de pelos e cabelos)
Fácies (aparência facial)
Febre.
Referências
↑ «Definition: 'Sign'». Stedman's Medical Dictionary. Lippincott Williams & Wilkins via Medilexicon International Ltd.'s website, medilexicon.org. Consultado em 12 de dezembro de 2013