1757


















SÉCULOS:

Século XVII — Século XVIII — Século XIX

DÉCADAS:

1700 • 1710 • 1720 • 1730 • 1740 • 1750 • 1760 • 1770 • 1780 • 1790 • 1800

ANOS:

1752 • 1753 • 1754 • 1755 • 1756 • 1757 • 1758 • 1759 • 1760 • 1761 • 1762







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1757 em outros calendários


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1757
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1757 (MDCCLVII, na numeração romana) foi um ano comum do século XVIII do actual Calendário Gregoriano, da Era de Cristo, e a sua letra dominical foi B (52 semanas), teve início a um sábado e terminou também a um sábado.








Índice






  • 1 Eventos


  • 2 Nascimentos


  • 3 Falecimentos


  • 4 Por tema


  • 5 Referências


  • 6 Notas





Eventos |




  • 8 de Abril - Inauguração do Santuário do Bom Jesus de Matosinhos, por Feliciano Mendes, em Congonhas, Minas Gerais, com a celebração do primeiro Jubileu do Senhor Bom Jesus


  • 9 de julho, Um grande terramoto atinge a ilha de São Jorge, Açores, registado na história como o Mandado de Deus. Foi um dos mais violentos terramotos de que há registo nos Açores, causou destruição generalizada e deu forma a muitas fajãs, entre elas a da Fajã da Caldeira de Santo Cristo[nt 1].


  • 9 de Julho, O Mandado de Deus causa grandes estragos na Igreja de Santa Bárbara das Manadas, Manadas, Velas, templo classificado como Monumento Nacional.

  • 9 de Julho destruição do Convento de São Diogo, vila da Calheta, pelo “O Mandado de Deus”.

  • 9 de Julho, destruição da Igreja de Santo Antão do concelho da Calheta, pelo Mandado de Deus. Depois de reconstruído foi elevado a paróquia em 1888. [1]

  • 9 de Julho destruição da Igreja de São Tiago Maior, da Ribeira Seca, pelo Mandado de Deus, templo que datava do século XVI.

  • 9 de Julho, o Mandado de Deus destrói a Ermida de São Lázaro, que neste mesmo ano daria lugar à Igreja de São Lázaro, no Norte Pequeno. Sob a iniciativa do padre Nicolau António Silveira, deu-se inicio a reconstrução, tendo nascido a actual igreja. As obras foram efectuadas por José de Avelar de Melo e terminadas 1761. [2]

  • Inicio da construção da Ermida de Santa Rita de Cássia das Manadas, graças ao testamento do Capitão Antão de Ávila Pereira, feito em 8 de junho de 1757. As obras terminam um ano depois, 1758.[3][4]

  • Inicio da construção do Porto da Calheta, Vila da Calheta, ilha de São Jorge, cuja colocação do primeiro farolim só ocorreria em 1872.



Nascimentos |




  • 27 de Janeiro - Gomes Freire de Andrade, militar português (m. 1817)


  • 9 de Agosto - Thomas Telford, engenheiro escocês (m. 1834)


  • 28 de Novembro - William Blake, poeta, pintor e gravador inglês (m. 1827)


  • 7 de Junho - Georgiana Cavendish, Duquesa de Devonshire (m.1806)


  • 6 de Setembro - Marquês de La Fayette, aristocrata e militar francês (m. 1834)





René-Antoine Ferchault de Réaumur, 1683-1757.



Falecimentos |



  • 17 de Outubro - René-Antoine Ferchault de Réaumur, cientista francês (n. 1683).



Por tema






  • 1757 na ciência

  • 1757 na literatura

  • 1757 na música

  • 1757 na religião




Referências




  1. São Jorge, Açores, Guia do Património Cultural. Edição Atlantic View – Actividades Turísticas, Lda. Dep. Legal n.º 197839/03. ISBN 972-96057-2-6, 1ª edição, 2003.


  2. São Jorge, Açores, Guia do Património Cultural. Edição Atlantic View – Actividades Turísticas, Lda. Dep. Legal n.º 197839/03. ISBN 972-96057-2-6, 1ª edição, 2003.


  3. Jornal Açores, 1955.


  4. São Jorge, Açores, Guia do Património Cultural. Edição Atlantic View – Actividades Turísticas, Lda. Dep. Legal n.º 197839/03. ISBN 972-96057-2-6, 1ª edição, 2003.


Notas




  1. Dos grandes deslizamentos resultou um maremoto que atingiu todo o Grupo Central dos Açores, incluindo a ilha Terceira. Pelo menos 1053 pessoas morreram em São Jorge e 11 no Pico. "O terramoto foi tal que a norte desta ilha, distância de 100 braças, pouco mais, se levantaram dezoito ilhotas, umas maiores que outras". Apareceram todas na manhã do dia 10 de Julho. "É navegável o mar entre as ditas, e a ilha". Nas Fajãs dos Vimes, na Fajã de São João e na Fajã dos Cubres, se moveu a terra, voltando-se do centro para cima, de sorte que nelas não há sinal [de] onde houvesse edifício". No Faial o sismo foi sentido sem causar grandes danos




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